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"Uma Organização a funcionar como um relógio, articulando harmoniosamente
todas as suas componentes e pessoas de forma coerente."
O SIADAP antes da 66B - Sistema de Avaliação de
Desempenho no paradigma Avaliador-Avaliado
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- A avaliação
consistia em avaliadores e avaliados;
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O factor quotas
estava ausente;
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A
avaliação tinha a
subjectividade
inerente a um
processo destes e
aos critérios de
cada avaliador.
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O SIADAP a partir da 66B
Passou
a ser um Processo de Gestão cujos resultados impactam na avaliação
dos dirigentes e estes fazem recair sobre os trabalhadores.
O SIADAP 1 passou a implicar um
Scorecard por Unidade Organizacional (Objectivos, Indicadores e
Metas), integrado com o Plano de Actividades. Os Dirigentes herdam
parte desses objectivos e passam a ser avaliados em função da
avaliação do Serviço.
 O
SGPI (Sistema de Gestão de Performance Integrada), é um produto
destinado a suportar o ciclo anual de gestão da Administração
Pública de forma integrada.
Assim, teremos o SIADAP, o Plano de Actividades/Relatório
de Actividades e os Meios (financeiros, materiais e
humanos), devidamente articulados e monitorizados.
Cumprindo na integra a
legislação em vigor para os instrumentos do Ciclo de
Gestão referidos, suporta as mais avançadas metodologias
de gestão, permitindo que a cada nível da organização
haja uma integração efectiva dos instrumentos, a
monitorização permanente dos resultados e o total
alinhamento das Unidades Organizacionais e das Pessoas
ao nível de objectivos, actividades e meios.
De forma esquemática:

Divide-se em dois grandes
blocos:
Performance dos Organismos: Tem uma componente de Performance dos
Organismos, que integra o QUAR/SIADAP1 com o Plano de Actividades /
Relatório de Actividades e com os Meios que suportam as Actividades
(financeiros, materiais e humanos).
Neste caso o QUAR/SIADAP1 (componente
de objectivos e indicadores das Unidades Organizacionais) têm
inerente uma Metodologia de Balanced Scorecard. Recomenda-se que
para além dos objectivos do QUAR, sejam definidos ao nível de topo
todos os objectivos da Organismo.
A partir daí serão divididos pelos
dirigentes superiores responsáveis pela sua execução. As Unidades de
primeira linha terão de cumprir o conjunto de objectivos (e
respectivos indicadores), que garantam o cumprimento dos da Unidade
de nível superior. O processo repete-se para a segunda linha.

Assim, obtemos os Objectivos,
Indicadores e metas por Unidade Organizacional, garantindo o
alinhamento desde o topo. Seguidamente vamos cruzar estes objectivos
com as Actividades que os suportam e definir para cada um os meios
financeiros, materiais e humanos que as suportam.
Vamos obter para
cada Unidade:

Desta forma, os Objectivos
definidos para cada Unidade, terão a consistência
determinada pelas
actividades de suporte e pelos meios.
Uma vez obtida esta definição,
poderemos garantir a integração dos Objectivos das Unidades
Organizacionais com os dos Dirigentes Intermédios, no SIADAP 2.
A Monitorização dos Indicadores é executada ao nível das Unidades
Organizacionais nos períodos em que for definida podendo ser feita
de forma automática e integrada com outras aplicações.
A Monitorização das actividades e dos meios que as suportam, também é
monitorizada. No final obtemos a componente do Relatório de
actividades que corresponde ao resultado final da monitorização ao
longo do ciclo de gestão.
Performance das Pessoas:
Uma vez definidos
desta forma os Objectivos dos Dirigentes e devidamente aprovados,
estes definirão os dos trabalhadores. Ou seja SIADAP 2 e SIADAP 3.
Os objectivos são herdados
das Unidades Organizacionais para o SIADAP 2 e a monitorização dos
indicadores é feita nas Unidades e os resultados são obtidos a
partir das mesmas, tal como preconiza o Art 35º da 66B.

Para a avaliação dos Trabalhadores existe um módulo de Monitorização,
que sendo muito flexível, permite diferentes configurações e pode
até ser executado até ao nível diário, quando se justifique.
Assim, o SGPI permite efectivamente gerir, cumprindo de forma
integrada e coerente todo o ciclo de gestão dos organismos e
garantindo uma avaliação em função do desempenho efectivo de forma
clara e transparente.
Desta forma, e só falando de Dezembro de 2010,
mais um conjunto de entidades da Administração Central,
Administração Regional e também da Administração Local, nos honraram
com a sua confiança adjudicando o SGPI, em parte ou para a
totalidade dos módulos.
Nomeadamente o INCI, ITIJ, IPAD da
Administração Central estão agora a iniciar os Projectos de
implementação, bem como a ALRA dos Açores na versão SIADAPRA e os
Municipios de Albufeira e Barcelos, para a versão da Administração
Local.
A ShareValue tem toda uma metodologia de implementação, que
inclui a instalação e formação nas aplicações, mas não ficamos por
aí. Percebendo as dificuldades de implementação, nomeadamente a
nível da definição de Objectivos e indicadores de forma agregada e
cruzados com actividades e meios, desenvolvemos com diversas
empresas parceiras de consultoria e com apoio de entidades, um
modelo de formação/coaching de suporte à implementação.
Assim, o
SGPI é um produto que suporta de forma integrada, articulada e de
forma automática todo o Ciclo Anual de Gestão da Administração
Pública, desde os instrumentos à avaliação dos dirigentes e das
pessoas, mas dotando os organismos de todo o apoio necessário à sua
adequada implementação e monitorização.
Nos tempos que correm, com
todas as limitações, os processos de gestão tornam-se ainda mais
necessários e até vitais para as organizações. O SGPI conjuga a
legislação com as mais avançadas práticas de gestão, aliada a grande
facilidade de utilização e adequado apoio na implementação.
O Sistema de Gestão de
Performance Integrada permite assim a uma
Organização funcionar como um relógio, articulando
harmoniosamente todas as suas componentes e pessoas de forma
coerente.
Caso esteja interessado em
obter mais informação, por favor envie um correio electrónico para o
endereço
geral@sharevalue.pt solicitando uma apresentação mais detalhada
sobre o SGPI.
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